Publicado em: 22/03/2019

Seminário FEMIPA 2019 discute as tendências de gestão impulsionadas pelo DRG

No Seminário FEMIPA 2019, realizado na última semana o DRG foi tema de palestras esclarecedoras sobre como funciona a implantação do DRG

Como seria a gestão de seu hospital se você tivesse como prever o que acontece com cada paciente? A proposta do método DRG é aproveitar todas as informações geradas diariamente nas instituições de saúde para criar parâmetros que auxiliem tanto no atendimento quanto na administração de cada um dos pacientes e processos realizados. No Seminário FEMIPA 2019, realizado na última semana o DRG foi tema de palestras esclarecedoras sobre como funciona a implantação do DRG, na prática, com o sócio-diretor do DRG Brasil, que discutiu a importância de preparar-se para a tendência de gestão que acompanham a complexidade do negócio e oferecem condições seguras para comparar desempenhos e aumentar a previsibilidade dos resultados.

O DRG, sigla para Diagnosis Related Group, dispõe de um sistema de classificação dos pacientes , criado inicialmente por uma equipe interdisciplinar da Universidade de Yale, nos Estados Unidos para casos agudos de doentes internados, mas logo se expandiu para todas as áreas de atuação por sua aplicabilidade fácil e que descomplica as análises das instituições. O método correlaciona informações como idade, sexo, diagnósticos principal e secundários, e procedimentos usando os códigos de saúde do Brasil (SUS, TUSS) para gerar indicadores que estimem a quantidade de recursos necessários, materiais, diárias e medicamentos. Ele projeta os resultados esperados, considerando ainda a mortalidade e complicações associadas. 

A grande inovação é que em vez de considerar a doença, o DRG leva em conta as características do doente e os recursos necessários para cada tipo de atendimento para estabelecer os critérios de remuneração. Ele usa todas as informações, alinhadas à realidade de cada país, para indicar por exemplo qual a projeção assistencial e econômica de um paciente de 30 anos que sofreu uma fratura decorrente de uma queda, e precisará de cirurgia e qual será a projeção para um paciente que compartilha o mesmo diagnóstico, mas com 68 anos e o agravante de pressão alta e problemas cardíacos. 

O impacto da ferramenta nas rotinas hospitalar é amplo e transformador. Contar com indicadores estabelecidos a partir de critérios mais específicos oferece informações alinhadas com a realidade e que, por consequência vão oferecer à gestão a confiança necessária para facilitar a projeção e controle de custos e faturamento, conquistar melhores negociações nos contratos, estabelecer estratégias de logística mais assertivas e ainda criar projetos que otimizam a performance do estabelecimento. Por outro lado a aplicação é simples e prática. O estabelecimento precisa dispor somente dos dados de internação do paciente, que podem tanto ser inseridos manualmente quanto integrados ao ERP. O DRG permite que os dados assistenciais sejam inseridos manualmente a qualquer momento, caso o ERP não disponha de informações como por exemplo comorbidades, condições adquiridas ou uso de dispositivos invasivos.

No Brasil, São mais de mil categorias que permitem a medida exata de cada atendimento tanto nos quesitos assistenciais quando econômicos. Usando a metodologia norte-americana, já aplicada há mais de 50 anos e em diversos países, o DRG realizou mais de 14 anos de pesquisa e validação com a população brasileira na construção destes critérios, que já contam com 7 anos de atuação no mercado nacional e em mais de 200 hospitais e 100 operadoras de saúde, em todo o território nacional. Cenário que contribui para que o DRG também ofereça às instituições indicadores comparativos com o mercado brasileiro e realize melhorias contínuas alinhadas aos avanços do segmento e à realidade do país.

 

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